domingo, 15 de junho de 2008

2o ano - aula 7 - CLASSIFICANDO AS CARACTERÍSTICAS HUMANAS

Características Genéticas - São determinadas pelo DNA do indivíduo. Muitos são os genes envolvidos com a capacidade de audição. Qualquer alteração de pelo menos um deles pode lever à surdez.

Características Hereditárias - São transmitidas de uma geração para outra. As pessoas surdas por meningite, rubéola ou exposição a elevados ruídos não transmitem essa característica para seus filhos, assim, não podem ser consideradas características hereditárias. No entanto, quando a surdez é genética, ela pode ser hereditária.

Características Congênitas - Os indivíduos apresentam desde o nascimento. Quando uma grávida é contaminada pelo vírus da rubéola, o bebê pode nascer surdo. A surdez, nesse caso, pode ser considerada congênita, pois a criança já nasce com ela.

Características Adquiridas - Os indivíduos não apresentam ao nascer. A surdes provocada por longa exposição a ruídos pode ser considerada adquirida, pois o indivíduo não a apresentava antes do nascimento. A provocada por meningite também.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

1000 VISITAS

Em apenas dois meses de existência chegamos a 1000 visitas em nosso bioblog. Agradeço a todos os que no visitaram até agora e peço que não saiam antes de deixarem algum comentário. Abraços calorosos. Prof. Nandão.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

1o ano - aula 7 - O CICLO DO OXIGÊNIO

O gás oxigênio (O2) é indispensável à respiração aeróbica, é o segundo componente mais abundante da atmosfera, onde existe na proporção de cerca de 21%.
O gás oxigênio pode ser consumido da atmosfera por intermédio das seguintes vias:
  • atividade respiratória dos seres vivos aeróbicos;

  • combustão;

  • degradação, principalmente pela ação de raios ultravioleta, com formação de ozônio (O3);

  • combinação com metais do solo (principalmente o ferro), formando óxidos metálicos.

O gás oxigênio é reposto na atmosfera principalmente pela fotossíntese, com destaque para a atividade do fitoplâncton marinho.

Observe na figura abaixo um esquema do ciclo do oxigênio.

domingo, 8 de junho de 2008

SURDEZ - UM CARACTERÍSTICA INVISÍVEL

Ao nascer, um bebê parece saudável. No entanto, ele pode ter uma deficiência auditiva que dificulte o desenvolvimento de sua linguagem. Quanto mais rápido for o diagnóstico da surdez nas crianças, mais chances elas terão de desenvolver as suas capacidades comunicativas.
A surdez é a deficiência sensorial mais comum em seres humanos. Quando chega aos 70 anos, cerca de 60% da população mundial apresenta perdas consideráveis da capacidade auditiva, inclusive por longa exposição a elevados ruídos.
No entanto, a proporção de crianças que nascem surdas é muitíssimo menor. No Brasil, estima-se que em cada 1000 crianças nascidas, apenas 4 sofram perda auditiva.
Esse número poderia ser ainda mais baixo. É que, no nosso país, a rubéola é uma das principais causas de surdez na infância. Quando o vírus da rubéola infecta uma mulher grávida, ele pode provocar a perda total da audição no bebê. Por isso, é fundamental que as mulheres em idade fértil estejam vacinadas contra a rubéola.
Uma vacina também é capaz de prevenir outra importante causa de surdez na infância, a meningite. Todas as crianças de até 2 anos de idade devem ser vacinadas contra a meningite.
Nos países mais ricos, esses fatores perdem importância, já que a principal causa de surdez entre as crianças, mais de 50% dos casos, está relacionada com alterações no DNA. Já no Brasil, essa causa responde por apenas 20% dos casos.
Questões:

1. Qual é a importância da audição apresentada no texto?
2. Por qual motivo o número de crianças surdas é menor em países ricos?
3. Elabore uma lista com as causas da surdez apresentadas ao longo do texto.
4. Como a vacinação pode diminuir o número de crianças surdas?

sexta-feira, 6 de junho de 2008

GAROTO E GAROTA PEDRO RAPHAEL

Na sexta passada (30/05) aconteceu o desfile para a escolha dos garoto e garota Pedro Raphael. O evento foi organizado pelo Grêmio de escola e teve todo o apoio da direção e do corpo docente. O evento foi um sucesso e os alunos foram surpreendentes e estão de parabéns pelo excelente comportamento apresentado.
As fotos do evento estão no slide show ao lado. Cliquem com o botão esquerdo do mouse sobre o slide show e vejam as fotos em tamanho grande.
O casal campeão do desfile

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Como o material genético de uma célula pode conter toda a informação que dará origem às células de um organismo inteiro?

Todo potencial de desenvolvimento embrionário de um animal está contido em um ovo fertilizado. Quando o espermatozóide se une a um óvulo, ocorre a reunião do material hereditário (genes) paterno e materno, com todas as instruções detalhadas para o desenvolvimento de um novo ser, isto é, uma poupança herdada de cerca de 100 mil genes com um imenso repertório de funções para construir as células e todo um organismo. Esses genes são os verdadeiros segredos do talento artístico da célula: uma vez ativados, eles produzem mensagens específicas para a síntese de proteínas capazes de construir novas células e de modificá-las de infinitas maneiras.

domingo, 1 de junho de 2008

1o ano - aula 6 - OS CICLOS DA MATÉRIA NOS ECOSSISTEMAS

A matéria que constitui os componentes dos ecossistemas é constantemente reciclada. Os átomos de nitrogênio, hidrogênio, oxigênio e carbono, entre outros, têm movimento cíclico nos ecossistemas. Fala-se então em ciclo da matéria.
Os ciclos da matéria são os ciclos biogeoquímicos. Para que ocorram a ação dos decompositores é de fundamental importância, pois eles são os responsáveis pela degradação da matéria orgânica e devolvem os materias degradados ao solo, à água e ao ar para serem utilizados novamente.


O ciclo do carbono
Todas as moléculas orgânicas dos seres vivos (carboidratos, proteínas, lipídios, ácidos nucléicos) possuem átomos de carbono nas suas composições. A atmosfera é o maior reservatório de gás carbônico (esse gás também se encontra dissolvido na água dos ecossistemas aquáticos). Através da fotossíntese, os vegetais absorvem CO2 e com ele produzem alimento orgânico. Por meio das cadeias alimentares, o carbono "orgânico" é incorporado pelos herbívoros, e deles transferidos aos carnívoros. Todos esses organismos, ao respirar, devolvem gás carbônico para o ar ou para a água. Os decompositores que degradam os resíduos e os cadáveres de animais e vegetais, também fabricam gás carbônico, que volta ao ciclo. Tanto a queima de lenha como a de combustíveis fósseis (derivados de petróleo) liberam gás carbônico. No segundo caso trata-se de carbono que ficou soterrado durante milhões de anos, sem participar nesse tempo todo dos ciclos da matéria, e que está sendo agora devolvido aos ecossistemas.

Ciclo do nitrogênio
O nitrogênio é um elemento presente nas moléculas de aminoácidos, unidades das proteínas, e nas bases nitrogenadas, componentes dos ácidos nucléicos.

78% do ar atmosférico é composto por gás nitrogênio (N2), sendo o grande reservatório desse elemento na natureza; apesar disso, a grande maioria dos seres vivos não consegue utilizar diretamente esse gás e incorporá-lo às suas moléculas orgânicas. Apenas algumas poucas espécies de bactérias conseguem retirar o nitrogênio do ar, transformando-o em substâncias utilizáveis pelos organismos vivos ou então retirando o nitrogênio das substâncias orgânicas e devolvendo-o à atmosfera para fechar o ciclo. A vida na Terra não seria possível sem esses microorganismos.

Bactérias fixadoras de nitrogênio (principalmente do gênero Rhizobium) e cianobactérias (antigamente denominadas algas azuis), que vivem na água, no solo ou em associação com raízes de leguminosas, absorvem o nitrogênio gasoso (N2), tranformando-o em amônia (NH3). Alguns vegetais, incluindo as leguminosas, utilizam a amônia diretamente para a produção de proteínas e ácidos nucléicos. Pela cadeias alimentares, as proteínas vegetais podem ser transferidas para os animais. A excreção animal libera resíduos nitrogenados, como a uréia, o ácido úrico e também a amônia; além disso, a morte de animais e de plantas origina também resíduos nitrogenados. Esses resíduos são degradados pelos decompositores, que produzem amônia.

A amônia poderá seguir três caminhos: poderá ser utilizada diretamente pelas plantas, como já vimos; porém a maioria da amônia do solo será transformada em nitritos por bactérias nitrificantes e depois em nitratos, que ficam no solo e na água. Os nitratos podem ser absorvidos pelos vegetais, que os utilizam para a produção de proteína vegetal e ácidos nucléicos. Um terceiro caminho possível para a amônia é a sua absorção por bactérias desnitrificantes, que a transformam em nitrogênio gasoso (N2) e devolvem esse gás para a atmosfera. Parte dos nitratos também é absorvida por bactérias desnitrificantes e também são transformados em gás nitrogênio que é devolvido à atmosfera, fechando o ciclo.