sábado, 16 de fevereiro de 2019

Teoria endossimbiótica

Foi proposta em 1981 pela bióloga norte americana da Universidade de Massachusetts, Lynn Margullis, para explicar a origem evolutiva das mitocôndrias e dos cloroplastos nas células eucarióticas.
De acordo com essa teoria, a presença das mitocôndrias e dos cloroplastos nas células eucarióticas se deve a uma associação simbiótica estabelecida a cerca de 2,5 bilhões de anos entre as primeiras células eucarióticas e células procarióticas.
Segundo essa teoria, as mitocôndrias atuais teriam sido, um dia, bactérias aeróbias que foram englobadas pela célula eucariótica maior e passou a viver isolada dentro dessa célula sem ser digerida. A partir disso, as duas células passaram a conviver em simbiose. A célula menor (mitocôndria) receberia proteção dentro da célula maior e receberia alimento, enquanto a célula maior teria uma grande disponibilidade de energia.
Posteriormente, uma linhagem de células eucarióticas que já conviviam com as mitocôndrias, receberia uma nova inquilina: uma bactéria fotossintetizante, que deu origem aos cloroplastos. Este fazendo fotossíntese, passou a fornecer o alimento que a mitocôndria necessitaria para produzir energia, dando origem a todas as algas e plantas atuais.


cuidado com o consumo excessivo de óleos e gorduras

As autoridades médicas brasileiras recomendam que se observe na alimentação diária o máximo de 55 gramas de lipídios, dos quais os ácidos graxos saturados não devem exceder 22 gramas. O consumo de óleo de soja, castanhas e peixes garante a ingestão diária recomendada de ácidos graxos essenciais. O descontrole dos níveis de colesterol do sangue está ligado a vários fatores, entre eles, o consumo de gorduras saturadas acima do limite recomendado. Veja os perigos dos consumo excessivo de gorduras saturadas, segundo o Dr. Drauzio Varela no vídeo abaixo:

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

O "bom colesterol" e o "mau colesterol"


O colesterol é um só. HDL e LDL são lipoproteínas que transportam o colesterol no sangue. HDL é a sigla inglesa para a lipoproteína de alta densidade (high density lipoprotein), chamado "bom colesterol" porque ajuda a tirar o colesterol da corrente sanguínea. o LDL é a sigla inglesa para a lipoproteína de baixa densidade (low density lipoprotein), também denominada de "mau colesterol" porque o seu acúmulo nos vasos sanguíneos provocam as placas de ateroma e a aterosclerose, responsáveis pelos AVCs e infartos de miocárdio.

Lipídios: construção e reserva de energia





Os lipídios são substâncias muito abundantes em animais e vegetais. Compreendem os óleos, as gorduras, as ceras, os lipídios compostos (fosfolipídios, por exemplo) e, finalmente, o colesterol, que, apesar de estruturalmente diferente dos outros lipídios, ainda assim são considerados lipídios. Veja a tabela a seguir:

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

BOMBAS DE SÓDIO E DE POTÁSSIO


O bombeamento de sódio para fora e o de potássio para dentro da célula é realizado por uma proteína transportadora, com gasto de energia.

AFINAL, O QUE É ECOLOGIA?



A Ecologia costuma ser definida como "a parte da Biologia que se ocupa das relações dos seres vivos entre si e deles com os demais componentes do ambiente (abióticos)". Muito frequentemente concordamos com essa definição, sem perceber a necessidade de discutir m outro termo aí presente: ambiente. E o que é ambiente? Uma definição possível, de acordo com alguns dicionários, é: "complexo formado por fatores físicos, químicos e bióticos (tais como o clima, o solo e os seres vivos) que atuam sobre um organismo ou sobre uma comunidade ecológica e, em última análise, determinam sua forma e sua sobrevivência".


A Ecologia estuda, fundamentalmente, os níveis acima do nível de organismo, preocupando-se com as relações dos seres vivos entre si e com o ambiente que os cerca.


Ao pé da letra, a palavra ecologia significa "o estudo da casa" - em grego, oikos significa "casa" e logos quer dizer "estudo". A ecologia, que envolve vários ramos do conhecimento científico, compreende a fisiologia dos seres vivos, seu comportamento, sua genética e sua evolução biológica. Além disso, lida também com conceitos de Física e Química aplicados à luz, à água, ao ar e ao solo, enfim, aos fatores não vivos do meio. Muito mais do que isso, a Ecologia trata do estudo das inter-relações entre esses fatores.

OS PRIMEIROS SERES VIVOS

Autótrofos ou heterótrofos? Quem apareceu primeiro?

Enquanto a hipótese autotrófica postula que os primeiros organismos eram autótrofos e, portanto, fabricavam seu próprio alimento, a hipótese heterotrófica defende que os organismos iniciais eram heterótrofos e precisavam retirar seu alimento dos coacervados que eram abundantes nos mares primitivos.

A hipótese heterotrófica foi a mais aceita até há poucos anos. O argumento a favor dessa hipótese era que o equipamento bioquímico de um autótrofo fotossintetizante atual é muito mais complexo do que o de um heterótrofo. Era mais provável que os primeiros organismos tivessem sido muito simples e não complexos.

No entanto, há pouco tempo foram descobertas bactérias litoautotróficas quimiossintetizantes que vivem em rochas basálticas profundas que armazenam água. No interior da rocha ocorre uma reação espontânea entre a água e os silicatos do basalto, liberando hidrogênio, que as bactérias combinam ao gás carbônico dissolvido na água, fabricando metano e liberando energia que é utilizada por essas bactérias para produzir alimento orgânico.

Uma outra possibilidade para o surgimento dos primeiros seres vivos é que tenha ocorrido ao redor de fontes hidrotermais submarinas. Essas fontes são afloramento de água quente em meio às águas geladas e escuras do fundo oceânico. Em certos locais do fundo oceânico, ocorrem fissura por onde a água se infiltra. Ao se aprofundar recebe calor do magma e sofre um aumento de temperatura. Ganhando pressão, essa água volta à subir, carregando agora uma grande quantidade de sulfetos que foram desprendidos das rochas pelas quais a água passou. Ao entrar novamente em contato com a água do mar, ocorre um choque térmico, formando um precipitado de cor escura semelhante à fumaça desprendida pelas chaminés de uma fábrica.

Bactérias autotróficas quimiossintetizantes (quimioautotróficas) oxidam os sulfetos em uma reação que libera grande quantidade de energia. Essa energia é então usada para a produção de alimento orgânico, utilizando o gás carbônico como fonte de carbono.

domingo, 3 de fevereiro de 2019

composição química dos seres vivos

As células são constituídas por cerca de trinta tipos de elementos químicos que estão presentes em diferentes proporções nos organismos. O carbono (C), o hidrogênio (H), o oxigênio (O) e o nitrogênio (N) encontram-se em maiores quantidades, enquanto que outros, como o sódio (Na), o potássio (K), o magnésio (Mg), o cálcio (Ca), o manganês (Mn) e o Ferro (Fe) estão presentes em menores quantidades.


MOLÉCULAS QUE COMPÕEM OS SERES VIVOS

Moléculas se formam quanto os átomos dos elementos químicos se unem através de ligações químicas. As moléculas que formam os seres vivos podem ser inorgânicas ou orgânicas.

Moléculas inorgânicas - são moléculas simples com peso molecular relativamente baixo, como a água (H20), o gás oxigênio (O2), o gás carbônico (CO2) e os sais minerais.

Moléculas orgânicas - são moléculas mais complexas, com peso molecular relativamente alto, formadas por cadeias de carbono ligadas entre si. os carboidratos, os lipídios, as proteínas e os ácidos nucleicos são exemplos de moléculas orgânicas encontradas nos seres vivos.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Animação sobre bombas de sódio e potássio


BOMBAS DE SÓDIO E DE POTÁSSIO

O bombeamento de sódio para fora e o de potássio para dentro da célula é um processo de transporte ativo realizado por uma proteína transportadora. Esse processo só ocorre em células vivas pois exige gasto de ATP, uma vez que ocorre contra o gradiente de concentração, isto é, do meio menos concentrado de solutos para o meio mais concentrado.
No interior das hemácias (glóbulos vermelhos), há uma concentração de íons sódio (Na+) muito menor do que a concentração desse íon no plasma sanguíneo, pois o Naé constantemente bombeado para fora das hemácias. Em relação aos íons potássio (K+) ocorre o contrário: a concentração desse íons é sempre maior no interior das hemácias e mesmo tendendo a sair por difusão, o K+entra ativamente na célula sanguínea.