quinta-feira, 19 de novembro de 2015

MÉTODOS CONTRACEPTIVOS

1. Métodos Mecânicos ou de barreira



  • Camisinha masculina ou condom - atua como uma “luva” que se veste sobre o pênis ereto e serve para reter a ejaculação. Se bem usado pode ser um bom método anticoncepcional, além de diminuir o risco de contágio de algumas DSTs, inclusive a AIDS.

  • Camisinha feminina ou femidom - dispositivo feito de polipropileno e que parece um pequeno saco, com um aro na borda e outro solto no fundo. Deve ser introduzido na vagina, deixando o aro da borda para fora. Também protege contra DSTs.

  • Diafragma vaginal - cúpula de látex ou silicone com um aro elástico na borda, que se coloca dentro da vagina, formando uma barreira que bloqueia a passagem dos espermatozoides.

  • Espermicidas - várias substâncias químicas podem agir bloqueando a atividade dos espermatozoides. Podem ser usados na forma de geleias, espumas ou comprimidos que se aplicam na vagina antes da relação sexual.
2. DIU - Dispositivo Intra Uterino - É um dispositivo de plástico ou metal aplicado pelo médico no interior do útero. Provoca uma hostilidade no interior do útero, o que impede a fecundação.


3. Métodos hormonais - São feitos a partir de hormônios femininos, em doses adequadas, que agem impedindo a ovulação. São os mais eficientes métodos anticoncepcionais reversíveis que existem.




  • Pílula anticoncepcional tipo mais conhecido, se apresenta sob a forma de comprimidos.

  • Injetáveis - existem várias formulações, tanto para uso mensal, como para uso trimestral. Seu efeito é muito semelhante ao da pílula.

  • Implantes subcutâneosimplantado sob a pele, tem que ser aplicado e retirado por um médico, por meio de um pequeno procedimento cirúrgico é um método de longa duração.

  • Adesivos - são colados sobre a pele em locais pouco visíveis, devem ser trocados uma vez por semana.

4 . Métodos cirúrgicos ou irreversíveisSão métodos que tornam as pessoas definitivamente estéreis. Indicados apenas para pessoas com mais de 25 anos e com pelos menos dois filhos.


  • Laqueadura tubária ou ligaduraé um procedimento cirúrgico que se interrompe a permeabilidade das tubas uterinas, não havendo mais passagem do óvulo.

  • Vasectomiacirurgia em que se secciona o duto deferente, interrompendo o caminho que seria percorrido pelos espermatozoides.

5. Métodos comportamentais - São os menos eficazes e devem ser usados apenas em associação com outros métodos.

  • Coito interrompido - se o homem souber controlar o momento da ejaculação, pode remover o pênis da vagina pouco antes de ejacular.


  • Abstinência periódica (tabelinha)A mulher pode identificar a época da sua ovulação e, assim, adotar métodos para evitar a gravidez.
  • Método do muco vaginal - baseia-se na observação da secreção de muco vaginal. A mulher pode observar o aumento progressivo do muco, que atinge o seu pico durante a ovulação, no qual fica grudento. A mulher deve evitar relações durante esse período.

CARACTERIZAÇÃO DOS ANIMAIS

Os animais (ou metazoários) são organismos eucariontes, pluricelulares, heterótrofos e que se desenvolvem a partir de uma massa multicelular denominada blástula.


Análises taxonômicas mais recentes reconhecem a existência de 35 a 40 filos no Reino Animal. Estudaremos apenas os 9 filos de animais mais conhecidos pela maioria das pessoas.

CARACTERÍSTICAS ANATÔMICAS DOS ANIMAIS
  1. SIMETRIA: Os animais podem apresentar dois tipos de simetria:
  • Radial – vários planos longitudinais (no sentido do comprimento), que passam pelo centro, dividem o animal em partes idênticas.
  • Bilateral – um único plano que divide o animal em duas partes simétricas, equivalentes.

  • SEGMENTAÇÃO: Nos animais de simetria bilateral, o corpo pode ter partes mais ou menos semelhantes, que se repetem em toda a sua extensão: são os segmentos ou metâmeros.

3.       CARACTERÍSTICAS EMBRIOLÓGICAS: a embriologia é o estudo do desenvolvimento embrionário que tem início com o zigoto. É caracterizado por uma rápida sequência de mitoses e diferenciação celular em tecidos e órgãos. As características embriológicas são critérios importantes para a classificação dos animais.

Após a formação do ovo, inicia-se a segmentação, que é a série de divisões mitóticas do zigoto, resultando na formação de um grupo maciço de células, a mórula.

Após certo número de mitoses, a mórula aumenta de volume, pois suas células afastam-se e formam uma cavidade interna, a blastocele. Neste estágio, fala-se em blástula.

Na gastrulação por invaginação, os macrômeros acabam se colando internamente à camada de micrômeros, extinguindo a blastocele e dando origem a uma nova cavidade interna: o arquêntero, futuro tubo digestório, que se comunica com o exterior por um poro, o blastóporo.

O blastóporo poderá originar tanto a boca, como o ânus do futuro animal. Se o blastóporo formar a boca, o animal é chamado protostômio. Se formar o ânus o animal é chamado deuterostômio.

4.       FOLHETOS EMBRIONÁRIOS: São os primeiros tecidos que se formam no início do desenvolvimento embrionário. Estes, por diferenciação, dão origem a todos os tecidos do animal adulto.

Quanto ao número de folhetos embrionários, os animais podem ser:

·         Diblásticos (ou diploblásticos) – são os animais que possuem apenas dois folhetos germinativos: ectoderme e endoderme, ou

·         Triblásticos (ou triploblásticos) – são animais que apresentam três folhetos germinativos: ectoderme, mesoderme e endoderme.

5.       CELOMA: Na maioria dos filos animais surge entre os dois folhetos da mesoderme uma cavidade geral do corpo, chamada celoma.

Quanto à presença do celoma, os animais podem ser classificados em:
·         Acelomados – quando não há celoma;

·         Pseudocelomados – quando há uma cavidade, porém não forrada pela mesoderme;

·         Celomados – animais cuja cavidade é delimitada pela mesoderme. 

quinta-feira, 12 de março de 2015

A descoberta das células e a teoria celular

A citologia teve seu início com as observações do cientista inglês Robert Hooke (1635-1703).
Na obra Micrographia (1665), Hooke publicou diversos desenhos representando suas observações ao microscópio.
Após os trabalhos de Hooke, outros cientistas interessaram-se pelo estudo microscópico dos seres vivos, desenvolvendo, assim, a Citologia.
Em 1838, dois pesquisadores alemães, Matthias Schleiden (1804-1881) e Theodor Schwann (1810-1882), formularam a Teoria Celular, segundo a qual todos os seres vivos são formados por células. As células são, portanto, as unidades morfológicas e funcionais dos seres vivos.
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