quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

COMO OS EXAMES DE DNA SÃO REALIZADOS

  • Tira-se uma amostra de sangue de cada pessoa e separa-se o DNA dos linfócitos de cada uma delas.
  • Usando-se uma enzima de restrição, parte-se cada DNA em inúmeros fragmentos.
  • Submete-se cada amostra à eletroforese e os fragmentos migram de acordo com seus comprimentos.

  • Regulando-se o pH e a temperatura, as hélices do DNA se separam (desnaturação), pelo rompimento das pontes de hidrogênio.

  • Os fragmentos são transferidos para uma membrana de náilon, à qual aderem, mantendo suas posições relativas.

  • Junta-se à membrana uma sonda marcada com fósforo radioativo. A sonda é um líquido que contém inúmeros pedacinhos de DNA, todos exatamente iguais e desnaturados. Eles se hibridizam com setores complementares dos fragmentos de DNA dos três sangues.

  • Cobre-se a membrana de náilon com uma chapa fotográfica. Nela se formam faixas correspondentes à posição assumida pelos pedacinhos da sonda (que é radioativa).

  • Os padrões de faixas de duas pessoas não gêmeas diferem em muitos aspectos, porque seus genomas são distintos.

  • Uma mãe (ou pai) e sua criança são consanguíneos e, portanto, apresentam padrões de faixas nitidamente mais semelhantes entre si do que pessoas não aparentadas.


  • Comparam-se, então, os padrões de faixas das três pessoas. As faixas da criança foram recibidas da mãe e do pai. Se, na criança, ocorrem faixas que a mãe não tem, forçosamente elas vêm do pai verdadeiro. Se o homem testado não tiver essas faixas, ele não é o pai.

  • Ao contrário, se todas as faixas inexistentes na mãe ocorrerem no homem, ele deve ser o pai.

Veja o vídeo a seguir:

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